Banheiro... 
São 3:00 da manhã, todo mundo dorme, menos você.
Não consegue adormecer, pois precisa de ir ao banheiro, é algo facilmente solucionável, certo? Sim. É o que todo mundo diz antes de verem o que não deveriam ver, e a partir daí, suas noites de sono nunca mais serão as mesmas.
Sabe do que estou falando? Não?
Não se preocupe pode ter certeza de que ele sabe de você. Sim. Ele já te viu, com certeza você já foi ao banheiro no meio da noite, certo? E será que você não sentiu nada? Nenhuma presença ao andar pela casa? Ei, que é isso? Sabemos que sim. Nesse ponto você está a poucos movimentos de ver o que não devia ver, uma figura desumana de mais ou menos dois metros, completamente negra, e o pior, é principal causador de suas insônias, seus enormes fios de cabelo saindo desordenadamente pelo coro cabeludo... Assustador!
Ele não se move. Não faz absolutamente nada, mas aconteça o
que acontecer: NUNCA CHEGUE PERTO, NUNCA!
Se por acaso o vir, mude imediatamente de quarto, você terá de dormir em outro lugar. Pois a partir daí a criatura irá se aproximar cada vez mais do seu quarto, até ficar de frente à sua porta, apenas de pé, a noite inteira, sem se mover um único centímetro esperando você sucumbir a necessidade de ir ao banheiro...
Quando isso acontecer é bom que você esteja noutro quarto, e caso não esteja jamais abra a porta…
Ei, não quer ir no banheiro???…
-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_

Com certeza todos vocês já sentiram isso. Aquela sensação estranha na bochecha depois que você recebeu uma anestesia na boca para algum tratamento dentário. É como se aquele lado do seu rosto ficasse inchado. Ou mesmo como se nem estivesse ali.
"Duas cáries", disse o dentista, olhando na boca de Natalie, 9 anos de idade. "Eu vou preencher uma das cáries agora e você virá para um check-up depois, assim poderei preencher a outra" "Por que?" Natalie perguntou. "Eu não gosto de anestesiar os dois lados do rosto de uma única vez. Pode ser perigoso", disse o dentista. Natalie ficou tensa. "Perigoso em que sentido?" "Você não conseguiria sentir seu rosto. Poderia acabar se machucando enquanto come, ferindo sua bochecha e sua língua de tanto mordê-las" ele disse, sorrindo.
Natalia sentiu a acidez da novocaína anestesiando o lado esquerdo de seu rosto. Parecia estar muito inchado. Ela resolveu testar o que o dentista disse e mordeu de leve a bochecha. Como não sentiu nada, ficou mais calma. O dentista perfurou o dente com a broca, resolvendo o problema daquela cárie sem problemas. A mãe de Natalie marcou a outra consulta para dali a alguns dias.
Na volta para casa, ela não parava de morder a bochecha. Era divertido. Ela não podia sentir nada. Eventualmente, ela percebeu que havia aberto uma ferida: sentiu o sangue escorrer no lado da língua que não estava anestesiado. Mas por que parar, se não podia sentir nada? Era divertido. Em casa, ela continuou mordendo a bochecha. Cuspia o sangue e os pedacinhos da carne no chão.
"Natalie?" a mãe chamou. "Onde você está?" Subitamente, ouviu o som de um gargarejo vindo do quarto dela.
Na ponta dos pés, ela abriu uma fresta da porta e viu sua filha sentada no canto, com o rosto virado para a parede. “Natalie?” ela chamou outra vez. “Sabe, mãe”, Natalie respondeu, com uma voz quase ininteligível, “o dentista estava certo”.
Ela se virou na direção da mãe, e seu rosto estava horrível.
Toda a sua bochecha havia sumido. Sua mandíbula pendia como se fosse uma dobradiça, e Natalie estava sentada numa poça de sangue, repleta de pedaços de sua boca. Ela tentou sorrir, mas o movimento fez com que toda sua mandíbula inferior caísse.
Em uma voz gargarejada, quase impossível de entender, ela pôde dizer:
”Eu não sinto nada!”
Se por acaso o vir, mude imediatamente de quarto, você terá de dormir em outro lugar. Pois a partir daí a criatura irá se aproximar cada vez mais do seu quarto, até ficar de frente à sua porta, apenas de pé, a noite inteira, sem se mover um único centímetro esperando você sucumbir a necessidade de ir ao banheiro...
Quando isso acontecer é bom que você esteja noutro quarto, e caso não esteja jamais abra a porta…
Ei, não quer ir no banheiro???…
Anestesiada...

Com certeza todos vocês já sentiram isso. Aquela sensação estranha na bochecha depois que você recebeu uma anestesia na boca para algum tratamento dentário. É como se aquele lado do seu rosto ficasse inchado. Ou mesmo como se nem estivesse ali.
"Duas cáries", disse o dentista, olhando na boca de Natalie, 9 anos de idade. "Eu vou preencher uma das cáries agora e você virá para um check-up depois, assim poderei preencher a outra" "Por que?" Natalie perguntou. "Eu não gosto de anestesiar os dois lados do rosto de uma única vez. Pode ser perigoso", disse o dentista. Natalie ficou tensa. "Perigoso em que sentido?" "Você não conseguiria sentir seu rosto. Poderia acabar se machucando enquanto come, ferindo sua bochecha e sua língua de tanto mordê-las" ele disse, sorrindo.
Natalia sentiu a acidez da novocaína anestesiando o lado esquerdo de seu rosto. Parecia estar muito inchado. Ela resolveu testar o que o dentista disse e mordeu de leve a bochecha. Como não sentiu nada, ficou mais calma. O dentista perfurou o dente com a broca, resolvendo o problema daquela cárie sem problemas. A mãe de Natalie marcou a outra consulta para dali a alguns dias.
Na volta para casa, ela não parava de morder a bochecha. Era divertido. Ela não podia sentir nada. Eventualmente, ela percebeu que havia aberto uma ferida: sentiu o sangue escorrer no lado da língua que não estava anestesiado. Mas por que parar, se não podia sentir nada? Era divertido. Em casa, ela continuou mordendo a bochecha. Cuspia o sangue e os pedacinhos da carne no chão.
"Natalie?" a mãe chamou. "Onde você está?" Subitamente, ouviu o som de um gargarejo vindo do quarto dela.
Na ponta dos pés, ela abriu uma fresta da porta e viu sua filha sentada no canto, com o rosto virado para a parede. “Natalie?” ela chamou outra vez. “Sabe, mãe”, Natalie respondeu, com uma voz quase ininteligível, “o dentista estava certo”.
Ela se virou na direção da mãe, e seu rosto estava horrível.
Toda a sua bochecha havia sumido. Sua mandíbula pendia como se fosse uma dobradiça, e Natalie estava sentada numa poça de sangue, repleta de pedaços de sua boca. Ela tentou sorrir, mas o movimento fez com que toda sua mandíbula inferior caísse.
Em uma voz gargarejada, quase impossível de entender, ela pôde dizer:
”Eu não sinto nada!”
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